
“Os olhos são inúteis quando a mente é cega” – imagem do meu querido amigo Carlos Auskaps…
Bem-Aventurados os que tem olhos de ver e ouvidos de ouvir. Como vivemos, de regra, em estado de sono, em letargia egoica, insensíveis à realidade subjetiva do mundo, de nada nos valem de fato os olhos, nem os ouvidos, nem o tato, a gustação ou o olfato, o mais primitivo dos sentidos humanos. Muito menos, então, a sensibilidade intuitiva que a hybris enterrou a 700 palmos do chão.
Ainda não transformamos nossos sapos em príncipes. Aliás, estamos cada vez mais sapos, neste mundo pós moderno.
Tenho pena de nossa pena atávica, ancestral, que só se aprofunda na medida que se arrasa.
Estudem Gurdjieff.
Desperta, tu que dormes (Efésios 5:14)



