
Quando sonhar entardece
E o amanhecer consome
A alma inquieta do artista
Longe há de estar sua arte
E a parte que a concebe
Mas a poesia não escrita
Guardada a chaves sete
Ressuma teimosa e prestes
Sonhei que era um menino
E abraçava um albatroz
Viajante do sem fim mar
Para alegrar meu destino
Trazia asas de abraçar
Abertas sobre o meu peito
Na praia do meu demorar
Do meu demorar incerto
Agora, aqui, alma e tino.




Li, amei!
Quão filosóficas são as reflexões aqui expostas!
Um presente, de quem sabe usar as palavras para expressar, de forma rara, as delícias e as mazelas “de Ser”.
Muito obrigada.
Lindas mensagens!!
Em muitas delas vi o jeito simples, mas cheio de sabedoria de minha mãe!
Ahhhh D.Judite que falta me faz suas sábias palavras. Minha luz, meu porto seguro, minha vida!!