A ideia de flow tem relação com o conceito taoísta do Wu wei, que em bom português comparamos com “entregar para Deus” ou “confiar na Providência”. É a atitude de não agir além da conta, de saber observar e esperar os sinais do Alto. Diante de problemas e dificuldades de difícil solução, aceitar, confiar, servir e passar. Ou seja, abster-se da revolta e da desforra, de fazer cavalo de batalha para tudo e de querer controlar as situações em todos os detalhes, o que costuma ser frustrante e impossível.
No filme da Disney-Pixar “Procurando Nemo” de 2003, na angústia de encontrar o filho perdido, Marlin, o pai de Nemo, conhece Crush, a tartaruga-verde de boas que o conduz através da “corrente leste australiana – CLA” até seu destino .
Este trecho do filme simboliza que a Vida tem fluxos ou canais facilitadores – flows – de oportunidades e bem-aventuranças que cabe a cada indivíduo identificar e seguir em sua jornada conforme lhe aprouver.
Marlin fora pai superprotetor e controlador, cheio de culpas, medos e outras crenças negativas, e os foi superando na busca pelo reencontro com o filho Nemo. Crush, o pequeno Esguicho, seu filho, e o enorme bando de tartarugas-verdes fazem o contraponto ao estilo tenso, cético e controlador de Marlin. Eles simbolizam o estilo Wu wei de viver com sabedoria e espírito de entrega. A cada dia basta o seu mal, ou seja, os desafios que lhes são inerentes.
Aceitar que a Vida tem um fluxo natural sob uma Direção Superior, como as águas de um rio caudaloso escoando em seu leito, contornando galhos e troncos, infiltrando as frinchas das rochas, vencendo barragens e quedas, por entre vales e desfiladeiros, resolutamente, requer uma confiança não disponível nos templos e amuletos de pedra das religiões e seitas mundanas. Somente pode ser vislumbrada e sentida no santuário íntimo do coração.
Como fazer isto compreensível e crível na cultura pós-moderna?
Há um bom termo na atitude de aceitação e entrega, diferente da timidez, da preguiça, da inépcia, da apatia e da covardia.
Esse bom termo é a reverência lúcida, mãe da humildade e da perseverança.
É compreender que o elemento humano não pode nem sabe tudo e que está convidado a redimensionar o seu lugar na hierarquia das coisas, individual e coletivamente, a todo instante.
A resposta não está nos extremos, mas no Caminho do Meio.
…
Na busca do conhecimento, todos os dias algo é adquirido.
Na busca do Tao, todos os dias algo é deixado para trás.
E cada vez menos é feito
até se atingir a perfeita não ação.
Quando nada é feito, nada fica por fazer.
Domina-se o mundo deixando as coisas seguirem o seu curso.
E não interferindo.
(Tao Te Ching – Cap. 48)

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Autor desconhecido
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