Sempre me impactou a parábola do moço rico. Jovem, saudável, cumpridor fiel dos deveres sociais e religiosos, chefe de setor em alguma sinagoga local e rico de bens materiais, aproxima-se de Jesus sinceramente interessado em herdar a vida eterna.
– Mestre, como devo proceder?
– Obedeça aos mandamentos e às tradições, bem o sabes!
– A tudo tenho obedecido e cumprido conforme ordenam a Lei e os profetas. O que ainda me falta?
Percebendo que o cumprimento dos mandamentos religiosos e das boas práticas civis, bem como o desfrutar da saúde, da fartura material e do sucesso social não lhe acalmavam nem lhe preenchiam a alma sincera, pondera:
– Bem, parece mesmo que alguma coisa ainda te falta… – e tocando no ombro do rapaz, olhos nos olhos, alma na alma, com brandura e firmeza, acrescenta:
– Vai, reparte teus bens com os que sofrem, dispõe de tudo o que te prende neste mundo, retorna e segue-me!
Ouvindo tais coisas, o moço ficou muito triste e desolado, pois era extremamente rico.
Na jornada da individuação, um desafio especial assalta a todo peregrino sincero: o desapego. O significado desta palavra, aqui, vai além, ultrapassa o conceito da riqueza material e do status social, usualmente considerados, atingindo qualquer valor de importância para o ego persona ( -> desap/ego). A soberba, a presunção, o orgulho, a gula, a vaidade, a avareza e tudo que se identifique com os interesses puramente egoicos enfraquecem ou distraem a manifestação do Self.
Dissimulações à parte, a persona egoica, ainda atrelada aos interesses da vida transitória, vive para acumular, consumir e satisfazer-se ao máximo, evitando o sofrimento o quanto possível, alheio aos ou mesmo em detrimento dos semelhantes. Tão somente ampara ou tolera o círculo imediato de convivência. Atos de filantropia são ocasionais e intencionados por algum interesse pessoal.
O moço rico, pois, surpreso e decepcionado, partiu dali cabisbaixo. Ele detinha todas as prerrogativas cobiçadas no planeta: juventude, saúde, posição social, respeito dos pares e riquezas. A proposta do Mestre, porém, atingia-o em seu calcanhar de Aquiles, em seu ponto fraco: a necessidade da renúncia aos interesses puramente egoicos!
A aceitação quase natural dos primeiros discípulos, pescadores desconhecidos de Cafarnaum, membros da plebe judaica e simples de coração, era-lhe desconhecida. Ultrapassava, tal atitude, em anos-luz a ação farisaica das formalidades civis e testamentarias.
Reza a lenda que, acabrunhado e pensativo, passados alguns meses, talvez anos, absorveu a proposta e caiu finalmente em si. Reorganizou seus valores e crenças, abriu seu coração, libertou-se o quanto pôde das ilusões egoicas e passou a conviver de modo mais generoso e sábio, sem sair de sua comunidade. Seguiu o Mestre em espírito e verdade. Deixou fluir o Self.

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Autor desconhecido
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