De Fatos a Fatuidades
Na verdade, eu nada tenho de bom a dizer. Dizer o quê? Para quem? Nada tenho a acrescentar. Tudo está dito! Tudo aí está para […]
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Do teatro underground ele se insinua, sorrateiro. No baú das recordações confinadas, chama-se desencanto. Ou nostalgia. Espreita na coxia, dissimulando a invasão da tragicomédia. Clandestinamente
A fruteira viva era de uma fruta só. Os pés descalços e sujos, de sola grossa feito lixa, escalavam o tronco liso, procurando as
Sobre ser / estar disponível e acessível a maior parte do tempo. E, portanto, ser previsível e manipulável, como ferramenta útil de controle para as
Uma coisa parece certa E se parece, pode estar errada: Não se pode tapar totalmente o sol com uma peneira Mas, então, se pode tapá-lo
Estou com fome, mas não há fome Tenho sede, mas não há sede Anseio, mas não há ânsia Me devora essa angústia de viver Sou
Inspirar compaixão não é amar. Quem ama há de inspirar amor, sem meandros nem jogos. Ninguém retém a ninguém. Muito menos inspirando culpa ou remorso
Um amor de mil e um fôlegos Embala meus passos trôpegos Titubeantes, hesitantes, egos Personas de mantas, (bon)ecos Ressoam da garganta profunda No vale das